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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Quadras Populares


VOCÊ ME MANDOU CANTAR
PENSANDO QUE EU NÃO SABIA
POIS EU SOU QUE NEM CIGARRA
CANTO SEMPRE TODO DIA.

LÁ NO FUNDO DO QUINTAL
TEM UM TACHO DE MELADO
QUEM NÃO SABE CANTAR VERSO
É MELHOR FICAR CALADO.

BATATA NÃO TEM CAROÇO
BANANEIRA NÃO TEM NÓ
PAI E MÃE É MUITO BOM
BARRIGA CHEIA É MELHOR.

EU VENHO DO DÁ E TOMA
E VOU PARA O TOMA E DÁ
NUNCA VI DÁ CÁ SEM TOMA
NEM TOMA LÁ SEM DÁ CÁ.

MENINA DOS OLHOS GRANDES
NÃO OLHA TANTO PRA MIM
SE NÃO QUERES MEU AMOR
POR QUE ME OLHAS ASSIM?

PASSE BEM SEJA FELIZ
CADA UM QUE FIQUE EM PAZ
QUANDO EU QUIS VOCÊ NÃO QUIS
AGORA NÃO QUERO MAIS.

Ô SEU MOÇO INTELIGENTE
FAÇA O FAVOR DE DIZER
EM CIMA DAQUELE MORRO
QUANTO CAPIM PODE TER?

SE O RAIO NÃO QUEIMOU
SE O GADO NÃO COMEU
EM CIMA DAQUELE MORRO
TEM O CAPIM QUE NASCEU.

A ROSEIRA QUANDO NASCE
TOMA CONTA DO JARDIM
EU TAMBÉM ANDO BUSCANDO
QUEM TOME CONTA DE MIM.

DOIS BEIJOS TENHO NA BOCA
QUE JAMAIS ESQUECEREI
O PRIMEIRO QUE ME DESTE
O PRIMEIRO QUE TE DEI.

EU AMO A QUEM NÃO ME QUER
E DESPREZO A QUEM ME AMA
FUJO DE QUEM ME PROCURA
QUERO BEM A QUEM ME ENGANA.

O FIADO JÁ MORREU
FOI COM O DONO ENTERRADO
QUEM QUISER BEBER CACHAÇA
SÓ PAGANDO ADIANTADO.

JÁ FUI GALO, CANTEI
JÁ FUI DONO DO TERREIRO
NÃO ME IMPORTO QUE OUTROS CANTEM
ONDE EU JÁ CANTEI PRIMEIRO.

EU VIVO EM BUSCA DA DITA
MAS A DITA NÃO APARECE
QUANDO EU DESÇO A DITA SOBE
BASTA EU SUBIR QUE ELA DESCE!

EU SOU MAIOR DO QUE A TERRA
MAIOR DO QUE O MAR PROFUNDO
EU SOU MAIOR DO QUE O CÉU
MAIOR DO QUE TODO MUNDO.

Quadras Populares

NÃO HÁ TINTA NESSA RUA
NEM PAPEL NESSA CIDADE
NEM CANETA QUE CONSIGA
DESCREVER MINHA SAUDADE


A ROSEIRA QUANDO NASCE
TOMA CONTA DO JARDIM
EU TAMBÉM ANDO BUSCANDO
QUEM TOME CONTA DE MIM


LÁ NO FUNDO DO QUINTAL
TEM UM TACHO DE MELADO
QUEM NÃO SABE CANTAR VERSO
É MELHOR FICAR CALADO



terça-feira, 11 de setembro de 2012

FOLCLORE

Saci-PererêO saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.

CurupiraAssim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás.

Quadras populares
È noite de Santo António
Estalam foguetes no ar;
Põem o manjerico á janela
E vem para a rua dançar.

Quadras Populares

È noite de Santo António
Estalam foguetes no ar;
Põem o manjerico á janela
E vem para a rua dançar.

Dantes para te ver
saltava montes e “vais”
agora para te não ver
salto ainda muito mais.
Primeiro Santo António;
Depois São João;
Depois São Pedro
Para o fim da reinação.
Todos nós temos defeitos
digo isto sem ar de riso
alguns são tortos do corpo
outros aleijados do juízo
Ó lua que vais tão alta
Redonda como um tamanco!
Ó Maria traz a escada
Que não chego lá co’o o banco!
Oh vento, tu és o vento,
Oh vento, tu és traidor,
Fui abrir a porta ao vento
pensando que era o amor
Quem tem filhos tem cadilhos
Tem- nos quem os não tiver
Quem tem filhos tem cadilhos
Mesmo depois de morrer
Daqui donde estou bem vejo
a casinha do meu sogro,
não é pelo pai que eu choro
mas sim pelo filho que eu morro
Não tenho mais que te dar
Nem tu mais que me pedir
Aqui tens meu coração
E a chave p’ro abrir.
Olha a laranjinha
lá na laranjal,
tu hás-de ser minha
e eu ser-te-ei leal
Minha sogra tem mau gosto
Gosta de chita amarela
Ela não gosta de mim
Gosto eu da filha dela
Ó Vila Real alegre,
Província de Trás- dos- Montes,
Um dia que não te veja,
Meus olhos são duas fontes.
Sete e sete são catorze
Com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum
Viu castelo sem rival
Quem Guimarães visitou.
Foi aí que Portugal,
Em pequenino morou.
Ó minha mãe, minha mãe
Ó minha mãe, minha amada
Quem tem uma mãe tem tudo
Quem não tem mãe não tem nada!
Ai minha mãe!
Tem pena de mim tem tem!
Não sei que doença tenho
Que o trabalho não me fa

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Quadras populares

Quadras
Há um ano que te amo
Há dois que te quero bem
Há três que te trago no peito
Sem dizer nada a ninguém.

Aqui vai meu coração
E a chave para o abrir
Não tenho nada que te dar
Nem tu para me pedir

Se me queres ver contente
Só ao pé de ti estou bem
Se me queres ver alegre
Não fales para mais ninguém.

No domingo fui à missa
Para saudades espalhar
Quando voltei para casa
Deu-me vontade de chorar.


http://www.rendufe.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=45&Itemid=46
         

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Quadras Populares

È noite de Santo António
Estalam foguetes no ar;
Põem o manjerico á janela
E vem para a rua dançar.
 
Dantes para te ver
saltava montes e “vais”
agora para te não ver
salto ainda muito mais.
 
Primeiro Santo António;
Depois São João;
Depois São Pedro
Para o fim da reinação.
 
Todos nós temos defeitos
digo isto sem ar de riso
alguns são tortos do corpo
outros aleijados do juízo
 

Ó lua que vais tão alta
Redonda como um tamanco!
Ó Maria traz a escada
Que não chego lá co’o o banco!
 
Oh vento, tu és o vento,
Oh vento, tu és traidor,
Fui abrir a porta ao vento
pensando que era o amor
 
Quem tem filhos tem cadilhos
Tem- nos quem os não tiver
Quem tem filhos tem cadilhos
Mesmo depois de morrer
 
Daqui donde estou bem vejo
a casinha do meu sogro,
não é pelo pai que eu choro
mas sim pelo filho que eu morro
 

Não tenho mais que te dar
Nem tu mais que me pedir
Aqui tens meu coração
E a chave p’ro abrir.
 
Olha a laranjinha
lá na laranjal,
tu hás-de ser minha
e eu ser-te-ei leal
 
Minha sogra tem mau gosto
Gosta de chita amarela
Ela não gosta de mim
Gosto eu da filha dela
 
Ó Vila Real alegre,
Província de Trás- dos- Montes,
Um dia que não te veja,
Meus olhos são duas fontes.
 
Sete e sete são catorze
Com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum
 
Viu castelo sem rival
Quem Guimarães visitou.
Foi aí que Portugal,
Em pequenino morou.
 
Ó minha mãe, minha mãe
Ó minha mãe, minha amada
Quem tem uma mãe tem tudo
Quem não tem mãe não tem nada!
 
Ai minha mãe!
Tem pena de mim tem tem!
Não sei que doença tenho
Que o trabalho não me faz bem!
 
Se tu visses o que eu vi
Fugias como eu fugi
Uma cobra a tirar água
E outra a regar o jardim!
 
Vai-te carta, vai-te carta
Ver um bem que Deus me deu.
Nem que tu ficasses carta,
E no teu lugar fora eu.
 

Quadras populares

RICARDO AZEVEDO
VOCÊ ME MANDOU CANTAR
PENSANDO QUE EU NÃO SABIA
POIS EU SOU QUE NEM CIGARRA
CANTO SEMPRE TODO DIA.

LÁ NO FUNDO DO QUINTAL
TEM UM TACHO DE MELADO
QUEM NÃO SABE CANTAR VERSO
É MELHOR FICAR CALADO.

BATATA NÃO TEM CAROÇO
BANANEIRA NÃO TEM NÓ
PAI E MÃE É MUITO BOM
BARRIGA CHEIA É MELHOR.

EU VENHO DO DÁ E TOMA
E VOU PARA O TOMA E DÁ
NUNCA VI DÁ CÁ SEM TOMA
NEM TOMA LÁ SEM DÁ CÁ.

MENINA DOS OLHOS GRANDES
NÃO OLHA TANTO PRA MIM
SE NÃO QUERES MEU AMOR
POR QUE ME OLHAS ASSIM?

PASSE BEM SEJA FELIZ
CADA UM QUE FIQUE EM PAZ
QUANDO EU QUIS VOCÊ NÃO QUIS
AGORA NÃO QUERO MAIS.

Ô SEU MOÇO INTELIGENTE
FAÇA O FAVOR DE DIZER
EM CIMA DAQUELE MORRO
QUANTO CAPIM PODE TER?

SE O RAIO NÃO QUEIMOU
SE O GADO NÃO COMEU
EM CIMA DAQUELE MORRO
TEM O CAPIM QUE NASCEU.

A ROSEIRA QUANDO NASCE
TOMA CONTA DO JARDIM
EU TAMBÉM ANDO BUSCANDO
QUEM TOME CONTA DE MIM.

DOIS BEIJOS TENHO NA BOCA
QUE JAMAIS ESQUECEREI
O PRIMEIRO QUE ME DESTE
O PRIMEIRO QUE TE DEI.

EU AMO A QUEM NÃO ME QUER
E DESPREZO A QUEM ME AMA
FUJO DE QUEM ME PROCURA
QUERO BEM A QUEM ME ENGANA.

O FIADO JÁ MORREU
FOI COM O DONO ENTERRADO
QUEM QUISER BEBER CACHAÇA
SÓ PAGANDO ADIANTADO.

JÁ FUI GALO, CANTEI
JÁ FUI DONO DO TERREIRO
NÃO ME IMPORTO QUE OUTROS CANTEM
ONDE EU JÁ CANTEI PRIMEIRO.

EU VIVO EM BUSCA DA DITA
MAS A DITA NÃO APARECE
QUANDO EU DESÇO A DITA SOBE
BASTA EU SUBIR QUE ELA DESCE!

EU SOU MAIOR DO QUE A TERRA
MAIOR DO QUE O MAR PROFUNDO
EU SOU MAIOR DO QUE O CÉU
MAIOR DO QUE TODO MUNDO.

Quadras populares

A cantar se me acabou
O dinheiro mal ganho
Água deu água levou

Não te rias de quem chora
Que é coisa que Deus ordena
Pode a roda desandar
E penares por igual pena

Não tenho mais que te dar
Nem tu mais que me pedir
aqui tens meu coração
E a chave pró abrir

Todos nós temos defeitos
Digo isto sem ar de riso
Alguns são tortos do corpo
Outros aleijados do juízo


Minha sogra morreu ontem
Enterrei-a num valado
Deixei-lhe um braço de fora
Para ter conta no gado.


Há um ano que te amo
Há dois que te quero bem
Há três que te trago no peito
Sem dizer nada a ninguém.

Aqui vai meu coração
E a chave para o abrir
Não tenho nada que te dar
Nem tu para me pedir.
  

Se me queres ver contente
Só ao pé de ti estou bem
Se me queres ver alegre
Não fales para mais ninguém.

No domingo fui à missa
Para saudades espalhar
Quando voltei para casa
Deu-me vontade de chorar.



    rendufe.blogspot.com/2006/07/quadras-populares.htm  

Quadras populares

VOCÊ ME MANDOU CANTAR
PENSANDO QUE EU NÃO SABIA
POIS EU SOU QUE NEM CIGARRA
CANTO SEMPRE TODO DIA.

LÁ NO FUNDO DO QUINTAL
TEM UM TACHO DE MELADO
QUEM NÃO SABE CANTAR VERSO
É MELHOR FICAR CALADO.

BATATA NÃO TEM CAROÇO
BANANEIRA NÃO TEM NÓ
PAI E MÃE É MUITO BOM
BARRIGA CHEIA É MELHOR.

EU VENHO DO DÁ E TOMA
E VOU PARA O TOMA E DÁ
NUNCA VI DÁ CÁ SEM TOMA
NEM TOMA LÁ SEM DÁ CÁ.

MENINA DOS OLHOS GRANDES
NÃO OLHA TANTO PRA MIM
SE NÃO QUERES MEU AMOR
POR QUE ME OLHAS ASSIM?

PASSE BEM SEJA FELIZ
CADA UM QUE FIQUE EM PAZ
QUANDO EU QUIS VOCÊ NÃO QUIS
AGORA NÃO QUERO MAIS.

Quadras populares !

È noite de Santo António
Estalam foguetes no ar;
Põem o manjerico á janela
E vem para a rua dançar.
 

Dantes para te ver
saltava montes e “vais”
agora para te não ver
salto ainda muito mais.
 

Primeiro Santo António;
Depois São João;
Depois São Pedro
Para o fim da reinação.
 

Todos nós temos defeitos
digo isto sem ar de riso
alguns são tortos do corpo
outros aleijados do juízo
 


Ó lua que vais tão alta
Redonda como um tamanco!
Ó Maria traz a escada
Que não chego lá co’o o banco!
 

Oh vento, tu és o vento,
Oh vento, tu és traidor,
Fui abrir a porta ao vento
pensando que era o amor
 

Quem tem filhos tem cadilhos
Tem- nos quem os não tiver
Quem tem filhos tem cadilhos
Mesmo depois de morrer
 

Daqui donde estou bem vejo
a casinha do meu sogro,
não é pelo pai que eu choro
mas sim pelo filho que eu morro
 


Não tenho mais que te dar
Nem tu mais que me pedir
Aqui tens meu coração
E a chave p’ro abrir.
 

Olha a laranjinha
lá na laranjal,
tu hás-de ser minha
e eu ser-te-ei leal
 

Minha sogra tem mau gosto
Gosta de chita amarela
Ela não gosta de mim
Gosto eu da filha dela
 

Ó Vila Real alegre,
Província de Trás- dos- Montes,
Um dia que não te veja,
Meus olhos são duas fontes.
 

Sete e sete são catorze
Com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum
 

Viu castelo sem rival
Quem Guimarães visitou.
Foi aí que Portugal,
Em pequenino morou.
 

Ó minha mãe, minha mãe
Ó minha mãe, minha amada
Quem tem uma mãe tem tudo
Quem não tem mãe não tem nada!
 

Ai minha mãe!
Tem pena de mim tem tem!
Não sei que doença tenho
Que o trabalho não me faz bem!
 

Se tu visses o que eu vi
Fugias como eu fugi
Uma cobra a tirar água
E outra a regar o jardim!
 

Vai-te carta, vai-te carta
Ver um bem que Deus me deu.
Nem que tu ficasses carta,
E no teu lugar fora eu
NÃO HÁ TINTA NESSA RUA
NEM PAPEL NESSA CIDADE
NEM CANETA QUE CONSIGA
DESCREVER MINHA SAUDADE


A ROSEIRA QUANDO NASCE
TOMA CONTA DO JARDIM
EU TAMBÉM ANDO BUSCANDO
QUEM TOME CONTA DE MIM


LÁ NO FUNDO DO QUINTAL
TEM UM TACHO DE MELADO
QUEM NÃO SABE CANTAR VERSO
É MELHOR FICAR CALADO



Quadras populares

È noite de Santo António
Estalam foguetes no ar;
Põem o manjerico á janela
E vem para a rua dançar.
 

Dantes para te ver
saltava montes e “vais”
agora para te não ver
salto ainda muito mais.
 

Primeiro Santo António;
Depois São João;
Depois São Pedro
Para o fim da reinação.
 

Todos nós temos defeitos
digo isto sem ar de riso
alguns são tortos do corpo
outros aleijados do juízo
 


Ó lua que vais tão alta
Redonda como um tamanco!
Ó Maria traz a escada
Que não chego lá co’o o banco!
 

Oh vento, tu és o vento,
Oh vento, tu és traidor,
Fui abrir a porta ao vento
pensando que era o amor
 

Quem tem filhos tem cadilhos
Tem- nos quem os não tiver
Quem tem filhos tem cadilhos
Mesmo depois de morrer
 

Daqui donde estou bem vejo
a casinha do meu sogro,
não é pelo pai que eu choro
mas sim pelo filho que eu morro
 


Não tenho mais que te dar
Nem tu mais que me pedir
Aqui tens meu coração
E a chave p’ro abrir.
 

Olha a laranjinha
lá na laranjal,
tu hás-de ser minha
e eu ser-te-ei leal
 

Minha sogra tem mau gosto
Gosta de chita amarela
Ela não gosta de mim
Gosto eu da filha dela
 

Ó Vila Real alegre,
Província de Trás- dos- Montes,
Um dia que não te veja,
Meus olhos são duas fontes.
 

Sete e sete são catorze
Com mais sete, vinte e um
Tenho sete namorados
E não gosto de nenhum
 

www.eb23-jorge-barros.rcts.pt/.../quadras_populares.ht..www.eb23-jorge-barros.rcts.pt/.../quadras_populares.ht..

Quadras Populares

Dizes-me tu com carinho
Ou compras um relógio novo
Ou amanhã vai de carrinho.
 
Fui sair com o meu amor
E dei-lhe um beijo na testa
Mais abaixo me disse ela
Mais abaixo é uma festa.
 
As meninas de Odivelas
São umas puras donzelas
As mamas dessas meninas
Também foram como elas.
 
Quando vejo uma Madame
Na rua a se "promenar"
Digo logo "jevuzéme"
"Savêvu Francês parlar".
 
Tu na terra e eu no mar
Ambos nós damos valor
Tu cavas no duro chão
Eu no mar sou pescador.
  
O ribeiro não corria
Quando o teu lenço lavavas
Parou a ver se aprendia
As cantigas que cantavas.
 
Mal de amor, raro se perde
É como a nódoa da amora
Só com outra amora verde
A nódoa se vai embora.
 
Cautela, ninguém se gabe
De ter tudo o que lhe apraz
Quem não tem nada é que sabe
A falta que tudo faz.
 
Há três coisas na vida
A que um homem nunca foge
Ao amor de uma mulher
Ainda não bebi nada "hóje".
 
Subi ao quinto andar
E atirei-me do segundo
Só porque quis ir tomar ar
Antes de ir pró outro mundo.
 
Na sala de anatomia
Deu-se um parto interessante
Uma pulga pequenina
Deu à luz um "Alifante".


 Mulher é livro fechado,
Mas fechado para valer...
Nunca confessa o pecado,
Faz do pecado viver
 
 Teve sabor a pecado
O beijo que te roubei.
Foi um gesto malcriado,
Mas te confesso... gostei.


 Desfolhaste o malmequer
A perguntar s'eu te queria.
Fizeste mal, oh mulher,
O malmequer não sabia.



Quadras Populares
 
Hoje não venhas tarde
Dizes-me tu com carinho
Ou compras um relógio novo
Ou amanhã vai de carrinho.
 
Fui sair com o meu amor
E dei-lhe um beijo na testa
Mais abaixo me disse ela
Mais abaixo é uma festa.
 
As meninas de Odivelas
São umas puras donzelas
As mamas dessas meninas
Também foram como elas.
 
Quando vejo uma Madame
Na rua a se "promenar"
Digo logo "jevuzéme"
"Savêvu Francês parlar".
 
Tu na terra e eu no mar
Ambos nós damos valor
Tu cavas no duro chão
Eu no mar sou pescador.
  
O ribeiro não corria
Quando o teu lenço lavavas
Parou a ver se aprendia
As cantigas que cantavas.
 
Mal de amor, raro se perde
É como a nódoa da amora
Só com outra amora verde
A nódoa se vai embora.
 
Cautela, ninguém se gabe
De ter tudo o que lhe apraz
Quem não tem nada é que sabe
A falta que tudo faz.
 
Há três coisas na vida
A que um homem nunca foge
Ao amor de uma mulher
Ainda não bebi nada "hóje".
 
Subi ao quinto andar
E atirei-me do segundo
Só porque quis ir tomar ar
Antes de ir pró outro mundo.
 
Na sala de anatomia
Deu-se um parto interessante
Uma pulga pequenina
Deu à luz um "Alifante".


 Mulher é livro fechado,
Mas fechado para valer...
Nunca confessa o pecado,
Faz do pecado viver
 
 Teve sabor a pecado
O beijo que te roubei.
Foi um gesto malcriado,
Mas te confesso... gostei.


 Desfolhaste o malmequer
A perguntar s'eu te queria.
Fizeste mal, oh mulher,
O malmequer não sabia.



O que é folclore?

Podemos definir o folclore como um conjunto de mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração. Muitos nascem da pura imaginação das pessoas, principalmente dos moradores das regiões do interior do Brasil. Muitas destas histórias foram criadas para passar mensagens importantes ou apenas para assustar as pessoas. O folclore pode ser dividido em lendas e mitos. Muitos deles deram origem à festas populares, que ocorrem pelos quatro cantos do país.
 
 
Primeiro Santo Antônio;
Depois São João;
Depois São Pedro
Para o fim da reinação.
 
Todos nós temos defeitos
digo isto sem ar de riso
alguns são tortos do corpo
outros aleijados do juízo.
 
É noite de Santo Antônio
Estalam foguetes no ar;
Põem o manjericão á janela
E vem para a rua dançar.
 
Dantes para te ver
Saltava montes e "vais"
Agora para te não ver
Salto ainda muito mais.

O que é folclore?

O folclore foi um termo criado por estudiosos interessados em pesquisar e analisar as manifestações culturais de origem popular. Cunhada especificamente no século XIX, essa palavra advém da junção feita entre duas expressões da língua inglesa: “folk”, que significa povo e “lore” que faz referência à ideia de conhecimento. Desse modo, a designação mais ampla de folclore envolve tudo aquilo que é tomado como sendo pertencente ao “conhecimento do povo”.
Entende-se por folclore o conjunto de crenças, lendas, festas, superstições, artes e costumes de um povo. Tal conjunto normalmente é passado de geração a geração por meio dos ensinamentos e da participação real dos festejos e dos costumes. De origem inglesa, o folclore é uma palavra originada pela junção das palavras folk, que significa povo; e lore, que significa sabedoria popular. Formou-se então a palavra folclore que quer dizer sabedoria do povo.
O folclore assume grande importância na história de todos os povos, pois por meio desse conjunto pode-se conhecer a antiga cultura e a formação da cultura presente nos dias de hoje. Dentre as características que possui é possível identificar os fatos folclóricos a partir do anonimato, já que todos os componentes folclóricos são de autoria desconhecida; da aceitação coletiva, já que cada pessoa absorve a essência folclórica e a repassa aos outros a partir de seu entendimento próprio; e da transmissão oral, já que antigamente não havia meios de comunicação como na atualidade. Para manter vivo o folclore típico de cada região existem datas específicas para a realização dos festejos e artes.

Quadras populares

Tenho dentro do meu peito
duas escadas de flores
por uma descem saudades
por outra sobem amores.

Quando eu morrer, meu amor
(há quem à noite resista?)
mesmo debaixo da terra
quero estar à tua vista.

Se o meu amor fora António
mandava-o engarrafar
em garrafinhas de vidro
para o sol o não queimar

Com um fio de retrós verde
quero, amor, que me cosais
o meu coração ao vosso,
que se não desate mais.

Meu amor, meu amorzinho,
quem te atirara mil tiros
com uma pistola de prata
carregada de suspiros!

Os olhos da minha amada
são biquinhos de alfinetes;
fechados são dois botões,
abertos dois ramalhetes.

O meu coração é sala
onde passeia a açucena;
amei-te com tanto gosto,
deixei-te com tanta pena.

No meio daquele mar
está uma cadeira de vidro
onde o meu amor se assenta
quando vem falar comigo.

Eu tenho dentro do peito
 um canivete dourado
para cortar o pão da lua
no dia do meu noivado.

O meu coração é sala
onde passeia a açucena;
amei-te com tanto gosto,
deixei-te com tanta pe

http://www.brasilescola.com/folclore/

terça-feira, 28 de agosto de 2012

Quadras populares

Hoje não venhas tarde
Dizes-me tu com carinho
Ou compras um relógio novo
Ou amanhã vai de carrinho.
 
Fui sair com o meu amor
E dei-lhe um beijo na testa
Mais abaixo me disse ela
Mais abaixo é uma festa.
 
As meninas de Odivelas
São umas puras donzelas
As mamas dessas meninas
Também foram como elas.
 
Quando vejo uma Madame
Na rua a se "promenar"
Digo logo "jevuzéme"
"Savêvu Francês parlar".
 
Tu na terra e eu no mar
Ambos nós damos valor
Tu cavas no duro chão
Eu no mar sou pescador.
  
O ribeiro não corria
Quando o teu lenço lavavas
Parou a ver se aprendia
As cantigas que cantavas.
 
Mal de amor, raro se perde
É como a nódoa da amora
Só com outra amora verde
A nódoa se vai embora.
 
Cautela, ninguém se gabe
De ter tudo o que lhe apraz
Quem não tem nada é que sabe
A falta que tudo faz.
 
Há três coisas na vida
A que um homem nunca foge
Ao amor de uma mulher
Ainda não bebi nada "hóje".
 
Subi ao quinto andar
E atirei-me do segundo
Só porque quis ir tomar ar
Antes de ir pró outro mundo.
 
Na sala de anatomia
Deu-se um parto interessante
Uma pulga pequenina
Deu à luz um "Alifante".


 Mulher é livro fechado,
Mas fechado para valer...
Nunca confessa o pecado,
Faz do pecado viver
 
 Teve sabor a pecado
O beijo que te roubei.
Foi um gesto malcriado,
Mas te confesso... gostei.


 Desfolhaste o malmequer
A perguntar s'eu te queria.
Fizeste mal, oh mulher,
O malmequer não sabia
.

Quadras populares?

SANTOS POPULARES
  
Santo António, Santo António
Ó meu Santo milagreiro
Arranja uma moça bonita
Para um rapaz solteiro.

Se São Pedro me ajudar,
Solteirinha é que eu não fico!
Pois por certo hei de arranjar
Quem regue o meu manjerico!

Meu querido São João
És um Santo popular
Traz teu arco e teu balão
Vem com o povo dançar!

Quadras populares


Um surdo disse que ouviu
Um homem mudo dizer
Que um cego tinha visto
Um aleijado correr.

O fiado já morreu
Foi com o dono enterrado
Quem quiser beber aqui
Só pagando adiantado.

Se o raio não queimou
Se o gado não comeu
Em cima daquele morro
Tem o capim que nasceu.

Lá detrás daquele morro
Tem um pé de abacadeiro
Quem quiser casar comigo
Apareça no terreiro.

Você diz que sabe sabe
Passarinho sabe mais
Passarinho sabe a falta
Que o meu amor me faz.

Eu plantei o figo verde
Ninguém ajudou plantar
Depois do figo maduro
Todos queriam provar.

Todo craco tem perfume
Toda roseira tem graça
Nem todo amor perdura
Toda paixão vem e passa.

Quadras Populares


''Um surdo disse que ouviu
Um homem mudo dizer
Que um cego tinha visto
Um aleijado correr.''



''Se o raio não queimou
Se o gado não comeu
Em cima daquele morro
Tem o capim que nasceu.''


''Você diz que sabe sabe
Passarinho sabe mais
Passarinho sabe a falta
Que o meu amor me faz.''


''Eu plantei o figo verde
Ninguém ajudou plantar
Depois do figo maduro
Todos queriam provar.''

''Todo craco tem perfume
Toda roseira tem graça
Nem todo amor perdura
Toda paixão vem e passa. ''


http://varaldofolclore.blogspot.com.br/2008/06/provrbios-populares.html

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Quadras populares do folclore:


Você me mandou cantar
Pensando que eu não sabia
Pois eu sou quem não cigarra
Canto sempre todo dia.

La no fundo do quintal
Tem um tacho de melado
Quem não sabe cantar verso
É melhor fica calado.

Menina dos olhos grandes
Não olha tanto pra mim
Se não queres meu amor
Porque me olhas assim?